quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Aqui Horta Coletiva


Aqui Horta Coletiva - São realizados percursos e trajetórias específicos. Durante o percurso algumas pessoas são chamadas a fazer parte do deslocamento. São levadas ferramentas manuais para construção de uma horta no final do percurso. Reúno o coletivo aleatório que toma forma ao longo do percurso e chamo o grupo para a construção da horta em espaço público previamente mapeado em contato e relação com a comunidade local. Instalo uma faixa que faz a chamada à comunidade local e aos transeuntes para a construção da horta comunitária em espaço público. ). Enquanto parte do coletivo faz a chamada à comunidade local e aos transeuntes para que participem da horta, chamo o grupo para uma coleta e retirada do lixo no lugar em que será construída a horta. Participam todos aqueles que aderiram à proposta relacional neste lugar específico. Outro tipo de ação, baseada na intervenção e em um mapeamento anterior com a comunidade parte para o uso de lugares específicos que sejam significativos para o uso da comunidade local. Há ainda uma terceira possibilidade, em que dou início à horta enquanto aderem, ou não, participantes  aleatórios e transeuntes.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A horta e eu ?!

Hoje eu acordei pensando que o que me mobiliza é o fato de usar o espaço público para fazer hortas. Talvez por um certo sentido de transgressão ou talvez de uma vontade política de dizer alguma coisa. Essa coisa que quero dizer pode ser algo simples, desde que faça sentido para alguém que está ao meu lado, e esse alguém, ao lado de outro alguém. Colocar a horta do lado de fora de casa é desarticular uma fronteira entre o público e o privado. Uma fronteira que eu nem sei bem se existe, mas que define o desenho do mundo urbano em que vivemos. Pode ser também, que a horta articule territórios em desuso toda vez que ali nasce alguma coisa para comer, cheirar, tomar. Essa é a diferença da horta-aberta, ela não é ninguém e é de todo mundo, assim como os espaços que o homem, ora conquista, ora é conquistado. Quem cuida de uma horta em espaço público ? Foi tentando responder a esta pergunta que resgatei a dimensão territorial daqueles que vivem sem teto e que usam este espaço dito público como seu de fato. Só é público para nós por que voltamos pra casa e temos um lugar privado. para os que vivem na rua, o espaço é sempre deles. Nas diferentes arestas que espaço e lugar propõem, espaço é meio de criação e lugar é para onde se vai. Neste espaço é que quero atuar, e nele não há mapas, mas há algo chamado cartografia sentimental que vai mexer com as pessoas deste espaço. Não crio mapas, crio vínculos. A horta é um dispositivo que nos faz encontrar nesta zona de fronteira entre o público e o privado, um lugar de desejo comum, o desejo de arte e de vida.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Visita de Vânia






Vânia é educadora social e arte educadora. Fundadora da ONG Iriê, vive e atua na comunidade da Costa da Barra da Lagoa. Vânia veio conversar sobre seus planos de vida, projetos e também, colaborar com o processo coletivo da horta vertical aqui em casa.

sábado, 25 de junho de 2011

Dia de Horta Vertical na casa da Janice

Convite feito à comunidade:
Eu e Paulo fomos de casa em casa, convidando alguns moradores para participarem da Horta Vertical com Zé em nossa casa.



Neste dia teremos a visita de Zé Kinceler e sua proposta de Horta Vertical para a comunidade.
A Horta Vertical vem sido desenvolvida por Zé em sua pesquisa e atuação em processos artísticos. É um propositor de táticas e é também meu orientador no mestrado no CEART/UDESC. Nesta etapa do processo, a horta vertical é compartilhada por Zé com a comunidade na Fortaleza da Barra em minha casa.

A Horta Vertical 
Este é um dos primeiros modelos da horta vertical que vimos no CEART/UDESC.



Projeto do Zé para Horta Vertical na casa da Janice.


Primeiros Vestígios da Horta na casa da Janice.
Zé foi trazendo os pneus, ripas, sarrafos e terra ao longo da semana.





Esperando por todos.

Eu e Paulo acordamos cedo e montamos os preparativos para o dia de hoje.







9h50min. Chegaram Zé, Francis, Leonardo, Elcio, Lucas...Logo após chegaram Jorge e Ana.






Vínculos afetivos que fiz comunidade começam a chegar pelas 11h... A dona da floricultura, Tamise, Alessandra, Keane, José Luiz, João, Saula...





Todos Juntos